Real Academia de Marrocos, e a criação da biblioteca africana de literatura e patrimônio

A Academia do Reino de Marrocos, fundada, 8 de outubro de 1977, Rabat, capital do reino, cuja missão é progresso intelectual e cultural, pesquisa científica, preservação da identidade nacional, e a margem do simpósio internacional, “Fundamentos da Literatura Africana e Literatura da Diáspora”, realizado sexta-feira, 12/6/2026, Cátedra de Artes e Literatura Africanas da Real Academia de Marrocos, durante o qual foi lançado o projeto da criação da biloteca africana, um dos cinco planos dos ultimos anos, em referência aos textos escritos, ás gravações orais e projetos literarios, e á compreensão coletiva africana e histórica, dada diversidade linguística, literatura e patrimonio oral no continente e na diáspora.
Avanços:
Com base na visão do Rei Mohammed VI, “a aproximação dos povos, a troca de conhecimentos, a consolidação dos laços da solidariedade intelectual entre Marrocos, África e o resto do mundo, marca ponto de encontro de culturas e saberes”, singularidade do diálogo e reconexão das imaginações do mundo, do surgimento de novas narrativas, de renovações dos fundamentos de um humanismo abrangente, e da diversidade de línguas, memórias e experiências humanas”.
Tal iniciativa do conhecimento só pode ser fortalecido, pela união africana e de todos, sem isolamento, ou troca de ideias e diálogo respeitoso dos diferentes atores ”, criticadores, segundo o lema que diz “Se você não sabe para onde está indo, volte para onde veio”, uma vez que “o futuro só pode ser construído da memória consciente e do caminho iluminado, da melhor compreensão das forças atuantes no presente e influentes do futuro”.
Para o Secretário da Academia, Cátedra de Artes e Literatura Africanas, lançada antes em Conacri, Guiné, 2022, cuja importância é a cobertura midiática da Guiné e Egito, além do continente africano, o qual precisa mas que nunca “da troca de imagens, de narrativas e ideias, e da diversidade”, étnicas da África, além da “solidariedade cultural transmitidor de valores e de recusas da confinação das narrativas, da crise e divisão”.
Para a visão da Cátedra de Artes e Literatura Africanas da Real Academia, “um lar para imaginações fraternas, as heranças e negação dos habitantes do continente, da união versus divisão”, face á ” promessa africana da narativa da história, do conhecimento e da escrita e narrativa internacional”.
E sobre esta biblioteca diversificada, chamando atenção de várias obras escritas e orais de todo o continente, da literatura e dos manuscritos da diáspora, de trocas de ideias, de experienças e perspectivas da reinvenção pessoal, “bem como de literatura, força fraterna da humanidade e do humanismo”.
Para a (Casa dos Mundos dos Livros), sendo uma iniciativa da Academia, da criação da “biblioteca de referência para o imaginário africano e diáspora”, e do simpósio dos académicos e escritores, da identificação das obras essenciais, e da compreensão das principais tradições narrativas africanas e da diáspora”.
Tal ambição dos africanos e da diáspora parte não somente da ideia da criação da biblioteca de papel, da iniciativa da literatura cantada, de vozes e restauração, de raízes ancestrais da tradição oral, das tradições cantadas, dos manuscritos antigos e áreas ligadas ás mais remotas traços dos renomeados da escrita do continente, das vozes do continente, da leitura dos escritos; bem além dos sem livros descobridores e redescobridores, do conhecimentos e do aprofundamento da escrita e da oralidade, longe de qualauer lugar da leitura ou de escrita; dado dito da escuta, do canto, da partilha e da memória, e no sentido da articulação da fala e escrita, música, caligrafia, e da imagem (…) ou também da preservação do património cultural africano.”
Autor:

Lahcen EL MOUTAQI, professor universitário, tradutor, pesquisador sobre assuntos do Mercosul e africanos, Brasil e Marrocos