Que ódio, sentimento complexo!

O ódio, do latim odĭum, é definido como antipatia e a aversão, consequência de um sentimento negativo, de perturbações sob orientações ideológicas distintas, religiosas, parentescas raças, cores ou sexos, e entre outros.
Tal termo complexo, decore também de aspectos psicológicos, sociais e filosóficos, identificadores na expressão falada, textual, de imagem ou símbolo, em termos provocantes, incitantes ao ódio, violências, discriminação ou preconceito racial, entre grupos e raças, da crenças distinta, de gênero e origem sexual.
Tais conceitos de ódio provêm de contextos imaginários de distúrbios de personalidade de desinformação e ignorância, versus respeito, educação, compreensão e diálogo.
Nos países subdesenvolvidos versus desenvolvidos, anota-se desigualdades sociais, queixas políticas e tensões motivos de ódio, de conceitos e estruturas, de discrepâncias sob condições de amadurecidoras situações educacionais e culturais; ao encontro de conteúdo nocivo subjacente á educação, á crença humana; aos raízes credíveis, e a propagação da ignorância, da desinformação ou do desvio comportamental, da razão da exploração e deturpação ideológica e filosófica imaginária.
A resposta internacional ao discurso de ódio depende assim da forma preventiva, abrangente e multidimensional, ao papel dos governos e líderes responsáveis de estruturas legais e políticas; e da inclusão e integração educacional e consciência humana.
Tais organizações internacionais da cooperação são até então chamadas para desempenhar esforços junto às instituições de ensino; de futuras gerações do conhecimento e habilidades ; de ameaças ao ódio, á ignorância e aculturação, pensamento crítico ás tecnologias de informação, ás plataformas digitais, e ao contexto de exploração e disseminação do conteúdo nocivo.
Autor:

Lahcen El MOUTAQI. Professor universitário, Tradutor e Pesquisador sobre estudos latinoamericanos, Mercosul; Brasil e Marrocos