França: contexto de tensão de reunião de G7

O Grupo dos Sete (G7), grupo de discussão e parceria econômica de sete países, 1975, considerados potências avançadas do mundo, detentores de aproximadamente dois terços da riqueza líquida global, (44% em 2023): Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, e dos dez maiores PIBs do mundo, a exceção da China, segundo lugar, e Índia, quinto lugar (2025).
Esta cúpula do G7; reúne-se anualmente seus chefes de Estados; governos; presidentes da Comissão Europeia e Conselho Europeu, representantes de outros países, organizações internacionais participando das discussões, sobre temas específicos, dos quais o Brasil e Marrocos.
Este Encontro previsto para os 7 países mais industrializados (G7), além dos participante, 15 a 17 de junho de 2026, em Évian-les-Bains, França, liderados pela Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, envolvendo os principais desafios geopolíticos e econômicos; e “melhores práticas”
Neste contexto de rivalidade comercial entre grandes potências, entende-se ameaças de guerras, choques de petróleo, altos custos de importação, e desequilíbrios macroeconómicos, Brasil e Marrocos, partes de novas realidades do comércio global, de renovação de parcerias, de cooperação internacional, da solidariedade, e da redução dos desequilíbrios macroeconômicos, e das lutas socioeconômicas, políticas, geoestratégicas e diplomáticas.
Em ocorrência disso, a produção e a industrialização, fatores pelos quais se possa defender minerais e recursos essenciais, da fabricação de semicondutores, de baterias de veículos elétricos ou de sistemas de armas, dos países do sul, caso do Brasil e Marrocos
Para a França, defender um sistema de “clubes de confiança” entre os países produtores, processadores e consumidores desses minerais, constitui uma das melhores práticas dos paises do sul.
Para os Estados Unidos, sob a política comercial protecionista da gestão Donald Trump, frequentemente, impõem tarifas (impostos de importação), diretamente ou indiretamente, aos países periféricos, estratégia centra, para um abordagem protetor junto às indústrias locais, à reindustrialização e obtenção dos recursos fiscais adicionais.
A postura americana implica ações concretas voltadas a diversos parceiros comerciais ao redor do mundo, Marrocos e, Brasil, ao papel do G7 no contexto do comércio internacional, ás novas parcerias de pequenos volumes, ás significativas ações no mundo, á “promoção de práticas comerciais, aos mais equilibradas e sustentáveis” “compêndios de melhores abordagens comerciais ”, tanto de cooperação internacional, de tarifas contro os investimentos e programas econômicos, como de países vulneráveis latinoamericanos e africanos.
Efeitos colaterais
Para os ministros do G7 reunidos por 2 dias na França, no intuito de suavizar ameaças das tarifas americanas de 25% sobre veículos importados da União Europeia, guerra no Irã, negociações sobre um possível acordo de paz, tema do conflito, desescala militar e reabertura do Estreito de Ormuz, questões de críticas mediações internacionais e pontos energéticos, do programa nuclear iraniano e desbloqueio de ativos financeiros, de negociações e divergências, sobre o enriquecimento de urânio e ordem regional no Oriente Médio, em termos de paz duradouro, estabilidade, e segurança regional e internacional.
Temas, finalmente, são essenciais ao nível das políticas geoestratégicas dos Estados Unidos, percutores do contexto instável no mundo, de produção energética do Oriente médio, de recursos naturais da África e América Latina, bem como da estabilidade, da segurança, da solidariedade e cooperação internacional, para o grupo de G7, inspiradores de pós independência da luta, da resistência, de tensão explosiva, do tráfego marítimo, da paralisação de atividades e negócios comerciais, estratégicos do Estreito de Ormuz.
Autor:

Lahcen EL MOUTAQI, Professor universitário, tradutor, pesquisador sobre assuntos do Mercosul, Marrocos e Brasil