Marrocos comparado ao Brasil, quarto lugar na África de aeronaves militares

The African Exponent, plataforma especializada de análises estratégicas e rankings continentais, destacou, com base no relatório publicado de 2026, que o Marrocos detenha uma força militar estruturado e desenvolvido na África, graças ao seu planejamento estratégico de longo prazo, programas de modernização consistentes, papéis das autoridades e altas instâncias do país.
Tal eficiência, estratégias e políticas, sustentadoras dos programas de autodefesa de forças armadas, posicionou Marrocos no ranking, quarto lugar entre os países africanos, de maior número de aeronaves militares.
Assim , o exército marroquino detém 271 aeronaves, principal foco na aquisição de aeronaves multifuncionais, de transporte, de helicópteros desenvolvidos de vigilância, e com multifuncionalidade.
Tal frota aérea marroquina é composta de caças F-16 Fighting Falcon, de aeronaves de transporte C-130 Hercules, de helicópteros Eurocopter, características de superioridade aérea, de rápida mobilização, de coleta de informações, de estratégia aérea, e de defesa convencional e preparação contra-insurgência, e dos múltiplos cenários e simultâneas operações.
A estreita cooperação de Marrocos com os Estados Unidos, e europeus, elevou o nível da aquisição do Reino, de caças modernos, de aviônicos avançados e programas de treinamento de pilotos, reforçando ainda mais a infraestrutura consolidada e logística, com alta prontidão operacional, em termos de aeronaves de operação, e da série de drones, aeronaves de combate, potências aéreas, e atuando como líder no Norte da África.
Em relação às forças brasileiras, as forças armadas são de maior número de aeronaves militares na américa latina, contando com uma das 25 frotas mais robustas do globo, segundo as rankings do Diretório Mundial de Aeronaves Militares Modernas Global Fire Power, apontando o Marrocos e Egito, países competitivos, este último é com mais de 1.080 aeronaves, caças F-16 americanos, Rafale franceses e Sukhoi Su-35, e de fabricação russa.
Assim, a plataforma African Exponent revela a geografia, a segurança regional e as ambições geopolíticas, elementos essenciais da estruturação da frota para com Marrocos, Egito e Brasil, dado programa do controle e estratégia operacional, do estrito gibar Taric, da iniciativa atlântica, ou do papel de Canal de Suez, ou dos atritos e conflitos de fronteiras, objeto das zonas amazônicas, latino americano, norte da áfrica, consequência da aberturas do atlântico e sahel-saara, sobre desafios, tráfico e conflitos regionais.
Razão pela qual assiste-se às lutas consequências de aquisição ou armamentos, face às 10 forças aéreas mais poderosas da África entre os países tal como, Marrocos, Etiópia, Quênia, Tunísia, Nigéria, África do Sul, Sudão, Argélia, e ou Angola.
Para Angola, 278 aeronaves, sendo considerado, um país impulsionado pelos recursos petrolíferos, dado papel fundamental do desenvolvimento da frota angolana, da plataforma de orçamento de defesa de 5 bilhões US$ anualmente, na altura de 1,5% do PIB do país. Refletindo assim as rankings continentais, mas isso não é si só, uma vez que o tamanho da frota, constitui a força dos exércitos, em termos de modernização, de prontidão e de estratégia operacional, elementos essenciais para a definição do poder aéreo dos exércitos africanos, da Segurança regional, da geografia e da estabilidade interna, em termos de composição da dita frota para com o resto do continente.
Finalmente, o poder aéreo interno e externo reflete esta posição do país, a nível continental e internacional, a título de peça fundamental para a segurança e integração de países fronteiriços, Marrocos, Brasil, Egipcio e Angola, citados na plataforma, face aos desafios de segurança, de constante evolução, de fronteira e insurgências, da frota marítima e de manutenção da paz, em relação aos países do Norte, do Oeste, do Leste e Sul da África, onde o equilíbrio de expansão da frota, de ações operacionais e restrições orçamentárias; reflete as diferentes abordagens, de aquisição, de operação e da industrialização de aeronaves.
Autor:

Lahcen El Moutaqi Professor universitário, Tradutor, pesquisador sobre assuntos Mercosul, Marrocos e Brasil