Petróleo para 2026, entre oferta e demanda; e a queda dos preços

As previsões da queda dos preços de Gasolina em 2026 dependem dos acontecimentos, marcantes do cenário internacional, ora estável ora perturbado, caso dos países periféricos, Marrocos e Brasil, cujas políticas públicas orientadas para atenuar os impactos negativos da demanda e oferta em relação ao nível dos preços do barril de petróleo, instável, e pressão contínua de crises econômicas e energéticas; prevendo um aumento de preços nos postos; reação desproporcional de profundas mudanças geopolíticas e ameaças de guerra e energias.
Esses desdobramentos foram impulsionados principalmente pelos Estados Unidos fora da OPEP, e das questões diretas sobre os países importadores do sul e das parcerias internacionais, a título de Marrocos e Brasil.
O mercado internacional de energia tornou-se um parâmetro importante sobre o qual se possa tomar decisões, apresentando níveis de produção, alterações e influências, quanto às irregularidades a título do tráfico de drogas, de lavagem de dinheiro, de desvio de rendas, de desequilíbrio internacional, ou de países exportadores e importadores de petróleo e energias, cuja oferta e demanda, ligadas a exclusão política, a decisões da OPEP, e aos produtores internacionais.
Considerando tais efeitos, motivo do aumento contínuo da produção nos EUA, da participação da produção fora da OPEP , ou da influência dos preços e participação controlada dos países produtores da OPEP.
Esta política energética dos EUA desenvolveu-se sob administração Trump, constitui uma abordagem geral de administrações americanas subsequentes, a um princípio claro, aos preços do petróleo, os quais ultrapassam os níveis em relação ao consumidor americano.
Esta faixa invariável de preço para 2026, entre 50 US$ e 80 US$ para o barril, constitui a preferência de 60 ou 70 US$, dadas condições geopolíticas fora do controle, equilíbrio da afeta, aumento do poder sobre países periféricos do sul, riscos potenciais à segurança de rotas marítimas estratégicas, ao Estreito de Ormuz, ou Estreito de Bab el-Mandeb, ou ainda dos pontos críticos, como quando da interrupção do fluxo contínuo do fornecimento internacional.
MARROCOS E BRASIL
Para Marrocos e Brasil são países periféricos que dependem da política internacional e cenário geopolítico, cuja produção brasileira sob um certo controle de tarifas dos Estados Unidos, o Marrocos obrigado a importar o equivalente de mais de 90% de suas necessidades energéticas, dada queda dos preços globais, afetando , teoricamente o nível de desenvolvimento socioeconômico, cujo impacto frisa uma nova elite política, num mercado dependente e internamente.
Este preço cobrado de preço de 10 dirhams por litro no Marrocos, e Brasil, 5 reais, diesel ou gasolina, revela o limite aceitável, objeto de críticas, sendo ao mesmo tempo ameaça ao nível de renda pública, do poder de compra dos marroquinos, e também dos brasileiros, para uns mercados altamente divergentes de 40 milhões, e 220 milhões, respectivamente; cujas taxas ultrapassadas esse nível , com repercussões negativas diretas sobre o custo de vida e economia nacional.
São esses preços de combustíveis que o Marrocos e Brasil, compartilham num determinado nível de desenvolvimento socioeconômico, do preço do petróleo bruto, dos fatores de produção, do custo de refino, o qual pesa como fardo da ausência de uma refinaria nacional; do fechamento da refinaria “Samir”, única do país, perante a companha brasileira, petrobras, contando com muitas refinarias através o país.
Esses fatores influenciados determinam o nível da carga tributária, das margens de lucro dos agentes de mercado, da revisão dos fatores, do mecanismo flexível de flutuações dos preços e do exacerbador no contexto internacional.
Tais desdobramentos internacionais resumem, o impacto de Detenção de Maduro, Venezuela, das revoltas em Ira, ou das demais questões geopolíticas, crise de Argélia, saara ocidental de Marrocos, países do golfo pérsico contro o Irã , motivo da alta oferta de barril de petróleo, dos níveis dos preços nos mercados globais.
Esta queda do preço do petróleo e repercussões sobre Marrocos e Brasil, traduz a importância da compreensão da realidade socioeconômica, do rol dos consumidores; do setor industrial, ed a dependência do mercado nacional com o internacional, em relação aos preços nos mercados internacionais, e da liberalização dos preços dos combustíveis, das influências geopolíticas do ano 2026, do potencial produtivo e comercial, e do nível de queda dos preços dos combustíveis; quanto ao Marrocos e Brasil, precursores de parcerias, das situações socioeconômicas instáveis no Brasil e Marrocos, da natureza cíclica dessas quedas, da influência da OPEP, do equilíbrio entre oferta e demanda, e dos níveis de produção, de reserva estratégica nacional, no Marrocos e no Brasil, vulnerável às flutuações do mercado global, a margem de manobra e aumentos de preços e capitalização dos períodos de declínio.
Autor:

Lahcen EL MOUTAQI
Professor Universitário, Tradutor, e pesquisador sobre assuntos de Mercosul, Brasil e Marrocos