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Virada do ano, crença e espiritualidade

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Virada do ano, crença e espiritualidade

Na tradição cristã como no Islã, a celebração da festa deste  Ano Novo tem sido um momento especial, de oportunidades e de reflexão sobre a renovação espiritual e esperança, numa mensagem de ensinamentos,  de existência, de dimensão sagrada,  e de  crença, apoio às práticas espirituais nos templos, mesquitas e igrejas.

O novo ano foi também uma ocasião de fortalecimento  dos laços espirituais; meios e perspectivas, tanto no oriente como no ocidente,  dadas práticas indevidas ao serviço do charlatão, do materialista, ou dos incrédulos, entre os conflitos e diferenças raciais.

Esta  paz espiritual é movida por um mundo impróprio que investe valores e tradições,  ocultando certos conhecimentos dos sábios; dos mensageiros da palavra, do conforto,  da consciência e adoração.

Certeza e incerteza!

As  culturas antigas e modernas formam bases de inspiração humana,  do futuro, dos  templos, das sinagogas,  mesquitas e igrejas, onde os  “Xeiques”,  comandantes da oração, sacerdotes,  guias espirituais, refletem passagens de Nuvem”, algoritmos de “reasseguramentos de interpretações rituais e espirituais.

Tal oração e adoração traduzem palavras de salvação, da Mensagem universal e resistência, além da ignorância do mundo material indeciso, das curas  rituais, dos templos e santuários,  rezas e arrependimentos.

Esta  prática do homem elevado ao  incerto, tornou-se um dispositivo acendedor da indecisão,  da extrapolação do pecado e da tentação .

São assim fontes da consciência humana, dos  efeitos de instruções, dos valores do homem, benevolente e do criador, poder dos comandantes,“xeiques transculturais”; dos meios culturais, das vozes de sensação universal e ligações espirituais.

Esta  disseminação espiritual  estabelece  novo paralelismo entre o fenômeno dos discípulos de“notificações de sabedoria”, e a energia, a ansiedade; qualificadores  de mediação humana, e da transmissão da paciência e reverências .

Tratando dos religiosos, dos xeiques; comandantes da oração no oriente e no ocidente, tal foi o título do cenário crítico  da crença e de adoração, por parte dos sacerdotes de mensageiros, rituais, da nuvem, e da intercessão celestial.

Assim é  o momento, presente e futuro, sinônimos  de um hiato,  xeiques e sacerdotes norteadores da verdadeira mensagem do profeta , discípulo de práticas dos tementes derradeiros da revelação espiritual.

Rituais e homens.

Os cantos espirituais mantêm  uma certa solidariedade humana, à crença,  à”invenção religiosa”, às palavras rituais, a ignorância do acaso sagrado, as bênçãos à proteção,  ao azar da redução à adoração, ou dos fiéis aos conflitos dos materiais e imateriais

Marrocos e Brasil

Marrocos como o Brasil, são países festivos do ritmo de culturas, de misturas ocidentais e orientais, refletindo manifestações, tábuas de divindades ancestrais, de atualizações milenares; e do desejo dissolvido de adoração à acessibilidade entre humana e cultural.

Para o Marrocos,  o sentido espiritual passa por um “curandeiro energético”, de um “leitor islamista”,  “astrólogo cristao brasileiro, “estudiosos espirituais contemporâneos”, sofisticados de superstições e tradições.

Para o Brasil,  as tradicionais igrejas frisam certos “gurus de autoajuda”,  de inspiração de paz e do universo, bem como  xeiques e sacerdotes, de linguagem da “motivação”, de “milagres”, e pessoas prestes a descobrir segredo e espiritual…

 São assim os trabalhos de muitas tribos africanas, de cultura brasileira, oriunda de antigas tradições do povo africano, onde o poder de “lideranças”;  da mitologia do lícito surtem efeitos  islão-cristianismo.

Tais  São as culturas africanas e latino-americanas, valorizadas entre a música, idioma; festividades,  traduzendo mentes do médium espiritual, do parecer de  “coaches de vida”, de “guias espirituais”, ou de mão sábia,  mensageiro dos crentes e descrentes.

Autor:

Lahcen EL MOUTAQI

Professor universitário, Pesquisador sobre assuntos do Mercosul, Marrocos e Brasil

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