Revolução espiritual: Um chamado urgente!

Urgente: precisamos dar início a uma revolução espiritual! Chega de sustentar um pensamento que só traz malefícios para a humanidade. Basta de lutarmos entre nós mesmos para saber quem tem mais, para saber quem pode mais, alimentando esse velho pensamento de conquistar o poder a qualquer custo.
Vivemos sempre à beira do abismo: guerras e fomes se espalham pelo mundo afora, e o número de seres humanos passando fome só aumenta. Pessoas enfrentam todo tipo de necessidade: sem teto, sem acolhimento, sem comida, sem medicamentos. Muitos vivem em verdadeiras cavernas urbanas, saindo à luz do sol apenas para pedir comida, vivendo como animais em uma selva de pedra.
Que mundo é esse que aprofunda cada vez mais as diferenças sociais? De um lado, uma minoria absurdamente rica; de outro, uma maioria extremamente pobre, incapaz de se proteger das intempéries climáticas: chuvas torrenciais, secas escaldantes. E, para enfrentar tudo isso, a maior parte da população não tem recursos. Imagine, então, o que passam os sem-teto, aqueles que vivem errantes pelas cidades, revirando lixos em busca de alimento.
É urgente: precisamos, sim, de uma revolução espiritual. E essa revolução deve começar pelas nossas crianças. Vamos ensiná-las a ser solidárias, a compreender o sentido da empatia, a entender que um bom cidadão se preocupa com o próximo. Quando isso acontecer, o mundo será habitado e dirigido por seres humanos — nem mais, nem menos, apenas humanos.
O ser humano, por natureza, não é ruim; é de boa índole. Se bem-educado, torna-se um cidadão respeitoso, com valores morais e bons costumes. Respeitará as diferenças religiosas, raciais, de gênero. Um ser humano verdadeiramente humano não deseja o mal ao próximo. Para esses seres humanos, seremos todos iguais se o critério for o coração.
Chega dos estereótipos: “sou de esquerda”, “sou de direita”. Isso não leva a nada, só traz divisões políticas à sociedade e quem sofre é o cidadão comum. Precisamos, urgentemente, de uma revolução espiritual. Para que isso seja possível, devemos nos reeducar, começando pela educação que damos aos nossos filhos, espalhando o amor como objetivo principal. Assim, na próxima geração, teremos uma sociedade mais justa e igualitária! Aliás, por essa nossa casa, chamada de planeta terra já passaram grandes mestres que tocaram nesse assunto, deixando verdadeiros ensinamentos. Estou falando de Buda, Jesus Cristo, Mahatma Gandhi e tantos outros. Exemplos nós temos: é só os seguir e praticarmos diariamente, antes que tornemos nosso planeta em terra seca!