Porque o Jornal o Monde critica e ataca o Rei do Marrocos

O jornal Le Monde um dos jornais franceses, mais conhecidos, lidos e procurados na áfrica francofonia, sobretudo norte da África, Argélia Tunísia e Marrocos, tem provocado uma revolta singular ao publicar artigo, surtindo efeitos negativos e desagradáveis a respeito da imagem do rei do Marrocos, cujas informações irreais desprovidas de provas credíveis sobre a vida e saúde do rei, tal foi a gota que transbordou o copo , levando veementes críticas ao jornal , face a abordagem infeliz, denunciada pelo gabinete real, povo marroquino e constituição do país, das instituições públicas e religiosas, e do comandante dos fiéis.
Segundo o Dr. Najib Kettani, Presidente da Organização Marrocos-África para as Culturas e o Desenvolvimento, e na sua qualidade de pessoa famosa e importante na áfrica francofonia, e nas relações diplomáticas e estratégicas, considerando o que foi publicado pelo Jornal Le MONDE, algo ultrapassado por todos os influentes e pensadores, não apenas desrespeita a liberdade de imprensa, mas a abordagem realista e objetiva de informação, de reações e sentimentos nacionais, contro o maré, com todas as implicações implacáveis e ideológicas.
Este artigo do jornal “Le Monde” publicou sobre o rei de Marrocos, mês passado, algo provocador fazer do Reino do Marrocos e Sua Majestade, o Rei Mohammed VI, imagem corriqueira e de provocação, o que suscitou vivas denúncias por parte do reino, dos universitários, dos políticos, dos partidos políticos, do próprio jornalismo e demais atores da sociedade civil, a título de um simple panfleto propagandista tentador da imagem do rei e do reino, instrumentalizador de informações e manipulador de dado inverdades e desinformações a respeito do rei e reino de Marrocos.

Perante isso, o Marrocos foi destacado no jornais estrangeiros, dada notícia provocadora, suscitando solidariedade para o Marrocos, ator regional forte, estável e respeitado, detratores de realidade nefastas ou quaisquer tensões, Incapazes de desestruturar ou mudar o progresso diplomático, econômico e cultural do reino durante décadas, contra qualquer imagem descontextualizada ou maliciosa.
Segundo Dr Najib Kettani r , “Le Monde” , com este artigo, desnorteou o seu papel como porta-voz de um movimento independente, desviador, discriminatório, ultrapassado, colonialista e sem razão de criticar desonestamente o reino e o governo.
Este jornal por este artigo criticado deixou de cumprir com seu papel como informador sobre fatos reais; abordando situações de críticas ao país, invés da França, devido às situações e circunstâncias, das quais o país atravessa durante décadas, merecendo destaques, dada profunda crise social, económica e social, crises econômicas, financeiras e ideológicas, presumindo ao contrário ser objeto de relatórios e artigos jornalísticas, ao invés de dar lições a nação soberana, Marrocos, estado de paz e harmonia, projetando um olho sobre seu futuro melhor e de seu povo e reino.
A questao levantada, pelo Dr Najib Kettani foi o porquê o Marrocos, o Rei nesta altura, o dito jornal, tem resposta, o rei continua sendo uma referência, a continuidade, a modernidade e a sabedoria, prologandor de valores e conciliador entre passado e futuro, identidade e abertura, islamismo e progresso!.
Por sua vez, “Le Monde” tem por trás um manipulador de informações e instrumentalizador do povo marroquino, de seus componentes em termos da solidez do Rei, da força de coesão; longe de qualquer golpe malicioso através da caneta perpetrador de tão óbvia má-fé.
Diante de tudo isso, o Marrocos avança, com sua instituições fortalecidas da diplomacia racionalista, da afirmação, e das ambições projetadas, face ao jornal “Le Monde” agitador, e demonstrador de uma fragilidade crítica, e de razões infundadas, motivo de frustrações e de postura imoralista ultrapassada e colonialistas.
Buscando assim com esta matéria, provocar e manchar a imagem do rei e reino, perante a comunidade internacional, e contra projetos estratégicos e geopolíticos, títulos de desconfiável abordagem ou agendas políticas, sinônimos de ignorância e ideologias racistas e discriminatórias; face a ética jornalística, ao motivo de incitar a rever a postura e apresentar desculpas ao rei e ao povo do Marrocos, dado provérbio arabe que diz, o mundo, e o Marrocos avança, apesar de tudo, sob a reflexão (os cães ladram e a caravana segue em frente).
Autor:

Lahcen EL MOUTAQI
Professor universitário, pesquisador dos assuntos sobre Mercosul, Brasil e Marrocos