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 Associação Brasileira de Epilepsia orienta sobre cuidados com epilepsia na infância

Por Edição Jornal Tribuna·
 Associação Brasileira de Epilepsia orienta sobre cuidados com epilepsia na infância

No mês das crianças, médico especialista da ABE esclarece mitos e verdades que podem ajudar na orientação dos pais e responsáveis

São Paulo, outubro de 2023 – Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a doença afeta cerca de 2% da população brasileira, dentre elas, crianças. Aproveitando o mês das crianças, a Associação Brasileira de Epilepsia (ABE) esclarece as principais dúvidas e questionamentos sobre a epilepsia infantil.

Uma das principais questões que envolvem a epilepsia é se crianças com a doença podem apresentar dificuldades de aprendizagem.

“Dificuldades escolares podem ocorrer ou serem agravadas pelas medicações usadas no controle das crises epilépticas. É de extrema importância um acompanhamento médico frequente e personalizado de acordo com o grau da doença da criança”, afirma o Dr. Lécio Figueira, Vice-presidente da Associação Brasileira de Epilepsia.

É importante informar a escola sobre a epilepsia da criança. Conscientização e compreensão podem ajudar a criar um ambiente de apoio.

Outra questão que desperta dúvidas é em relação aos cuidados necessários com as crianças na pratica de esportes. Elas não devem ser privadas das atividades do dia a dia, principalmente em práticas de baixo risco como corrida, esportes coletivos de quadra, dança e esportes de raquete.

Estudos clínicos e pré-clínicos têm mostrado um efeito positivo do exercício físico não somente na redução da frequência de crises epilépticas, mas também na redução das comorbidades relacionas à epilepsia (Arida et al., 2012)

“A prática esportiva proporciona bem-estar e sentimento de inclusão”. Afirma o Dr. Lécio Figueira.

A epilepsia é uma doença que pode ser gerenciada com o cuidado adequado e o apoio de pessoas criando um ambiente onde a criança se sinta aceita e compreendida para que não haja barreiras para seu desenvolvimento.

Para saber mais informações sobre epilepsia, acesse o link

Autor:

Diego Ramos

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